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Pelo Vínculo Uma relação começa pelo vínculo. Um vínculo reabilitado é uma família feliz.

Boa acção do dia    🌱
13/11/2025

Boa acção do dia

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Recordo-me de, em pequeno, ouvir uma frase:“Tudo o que é demais, é exagero.”Dizia a minha mãe quando eu queria mais de a...
27/10/2025

Recordo-me de, em pequeno, ouvir uma frase:
“Tudo o que é demais, é exagero.”
Dizia a minha mãe quando eu queria mais de algo que me fazia bem, jogar à bola ou comer doces.

Mas o que é “demais”?
Como sabemos que passámos esse limite?
Não há uma resposta simples.
Esses limites não são fixos, variam ao longo da vida e entre cada um de nós.

O problema surge quando a nossa vida passa a estar regulada e dependente desses actos.
Aí, a diversão transforma-se em prisão.
O que leva a que um prazer se torne numa dependência pode estar relacionado com fatores genéticos ou ambientais, mas independentemente da questão “nature-nurture”, todos estamos vulneráveis a isso.

Ao ler este estudo, senti que ele coloca em palavras o que muitos de nós já viram acontecer: cães que não sabem estar sem o brinquedo, geralmente uma bola, abdicando de tudo em função desse objeto.
Ladram, saltam para cima de nós, mordem, só para voltar a ter acesso ao brinquedo.
Achamos divertido e dizemos que ele gosta do brinquedo, mas será?

Conheço casos de colapsos momentâneos, assim como vómitos, resultantes de uma excitação demasiado elevada, e, por vezes, percebidos pelos tutores como algo normal. Podendo não ser dependência nestes casos, o facto de ser recorrente não significa que seja normal.

Não se trata de julgar, mas de olhar com atenção para o que fazemos todos os dias com os nossos companheiros.
Talvez ele até goste desse objeto, mas terá oportunidade de escolher outro tipo de interação e de atenção?
Por vezes, essa é a única escolha e forma de atenção que têm.

Há uma ideia generalizada de que um cão excitado é um cão feliz, mas isso nem sempre é verdade.
A felicidade não depende do nível de excitação.

Brincar com uma bola não torna, por si só, um cão dependente.
Mas quando há bola, a brincadeira deveria ser mais do que atirar, correr e repetir.
Deveria ser um momento de partilha, ligação e relaxamento depois, não apenas um reflexo automático de atirar e ir buscar.

Brincar é uma atividade importante, cria bem-estar e fortalece a ligação e a confiança.
Mas não deveria ser a origem de um desequilíbrio emocional.

Que brincadeiras gosta de fazer com o seu companheiro?

Referência
Mazzini, A., Senn, K., Monteleone, F. et al. Addictive-like behavioural traits in pet dogs with extreme motivation for toy play. Sci Rep 15, 32613 (2025). https://doi.org/10.1038/s41598-025-18636-0

Estamos felizes por este percurso.Obviamente, nada está terminado, achamos que ainda há muito caminho pela frente.A curi...
25/10/2025

Estamos felizes por este percurso.
Obviamente, nada está terminado, achamos que ainda há muito caminho pela frente.
A curiosidade, a vontade de aprender e de descobrir continuam iguais.

Olhando para trás, percebemos que não faríamos tudo igual. Aprendemos e mudamos, mas sempre com o propósito de sermos facilitadores de relações que, por vezes, não estão bem.
No entanto, algo importante não mudou: o respeito, a empatia e a tentativa de que eles fiquem melhor, ou pelo menos igual, ao que estavam antes do contacto connosco.

Neste caminho, perdemos este ano a nossa pacificadora, a Puka.
Até aqui, a sua perda serviu para aprender algo mais.
As saudades são muitas.

Temos lidado com algumas perdas.
Mesmo não sendo nossos, é como se fossem, pois é dessa forma que olhamos para cada um deles.
E custa sempre, mas sabemos que, no pouco tempo que estivemos juntos, fizemos tudo o que podíamos e sabíamos.

O nosso compromisso mantém-se: criar vínculos seguros.
Obrigado a todos os que têm confiado em nós, de duas e de quatro patas.

Venham mais seis.

Ainda a saborear a curta pausa das férias, o fim de semana chegou intenso e passou rápido.Foi uma oportunidade de revisi...
20/10/2025

Ainda a saborear a curta pausa das férias, o fim de semana chegou intenso e passou rápido.
Foi uma oportunidade de revisitar algumas ideias e de olhar outras a partir de um prisma diferente.
Apesar de já conhecer o trabalho do Michael Shikashio há algum tempo, este fim de semana foi uma excelente oportunidade para o ver e ouvir ao vivo...e não desiludiu.

As formações são sempre um ponto de partida, mais do que uma chegada. É na reflexão, na digestão e nos passos seguintes que tudo começa a fazer sentido.
Por agora, o passo seguinte levou-me a um livro, obrigado a quem o recomendou.

Parabéns pela iniciativa e organização.

Vamos num pé e vimos noutroAté já.--
12/10/2025

Vamos num pé e vimos noutro
Até já.
--


10/09/2025
Trabalhamos para construir relações fortes e resilientes. Muitas vezes, sem nos darmos conta, são as nossas próprias ati...
04/09/2025

Trabalhamos para construir relações fortes e resilientes. Muitas vezes, sem nos darmos conta, são as nossas próprias atitudes que minam essa capacidade e quebram a confiança. Pensamos frequentemente no que desejamos e pouco no que os cães conseguem ou desejam, colocando-os em situações de conflito e ambiguidade. Acresce ainda a ideia, ainda muito presente, de que o essencial é ter um cão obediente, como se fosse um eletrodoméstico que responde a ordens. Este olhar autoritário leva muitas vezes a uma constante microgestão, onde a frustração cresce de ambos os lados, tornando a relação cada vez mais desequilibrada e conflituosa. E sem confiança e segurança, nenhuma relação tem base sólida para crescer.

Tal como na conhecida regra do 5:1, cinco interações positivas para cada negativa, a metáfora da Conta Bancária Emocional, apresentada por Stephen Covey no livro Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, recorda-nos a importância de investir diariamente em pequenos gestos que fortalecem a relação. Ao mesmo tempo, à medida que acumulamos levantamentos, a capacidade de lidar com os desafios diminui, restringindo as ações futuras a depósitos para recuperar a confiança.


Hoje, no Dia Mundial do Cão, lembramos o tanto que eles nos dão e o quanto ainda sofrem nas nossas mãos.Que um dia possa...
26/08/2025

Hoje, no Dia Mundial do Cão, lembramos o tanto que eles nos dão e o quanto ainda sofrem nas nossas mãos.

Que um dia possamos retribuir o mesmo amor, respeito e dedicação que eles nos oferecem todos os dias.

Como a minha Roti, por quem serei eternamente grato.
Amo-te, “ovelha”.

Por um dia do cão todos os dias!

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